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Instituto Nacional de Meteorologia vai doar estação meteorológica para Petrópolis

Petrópolis vai ganhar mais uma estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O equipamento, importante para a previsão do tempo, faz parte de um convênio entre o Inmet, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e a Prefeitura.

A previsão é que a estação seja instalada ainda neste semestre. O equipamento mede, registra e monitora variáveis atmosféricas em tempo real, como temperatura, umidade, velocidade/direção do vento, precipitação de chuva e pressão atmosférica.

“Com essa nova estação, vamos conseguir fortalecer ainda mais o nosso Setor de Monitoramento. É mais uma ferramenta aliada aos radares e outras tecnologias que já usamos para monitorar o tempo. Nosso objetivo é sempre conseguir enviar os alertas com a maior antecedência possível para que as pessoas possam se preparar e se proteger”, ressaltou o secretário de Proteção e Defesa Civil, Guilherme Moraes.

A outra estação meteorológica em Petrópolis, que também pertence ao Inmet, fica no Pico do Couto, na área que pertence a Aeronáutica. “Com essa estação meteorológica vamos poder monitor riscos de alagamentos, ventos fortes e tempestades; além de coletar dados históricos para entender tendências climáticas e mudanças globais”, explicou a meteorologista da Secretaria de Proteção e Defesa Civil, Rafaela Filipe.

Prefeitura e Governo do Estado reabrem núcleo avançado na Defesa Civil

O núcleo avançado com técnicos do Departamento de Recursos Minerais (DRM-RJ) foi reaberto na sede da Secretaria de Proteção e Defesa Civil de Petrópolis. O núcleo vai atender a cidade e municípios vizinhos neste período do verão, quando acontecem mais ocorrências devido às chuvas.

“O Estado já está enfrentando episódios de chuvas intensas e o núcleo avançado, que tem um quadro composto por engenheiros e geólogos, é para atender de forma mais rápida Petrópolis e os municípios ao redor. Uma determinação do governador Cláudio Castro é que nossas equipes estejam espalhadas pelo estado, principalmente nas regiões onde historicamente temos ocorrências”, frisou diretor de Geologia DRM-RJ, o geólogo, Túlio Márcio.

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