Chamar atenção para as ações de educação para o trânsito na busca de reduzir o número de vítimas de acidentes em Petrópolis. É este o objetivo da CPTrans ao entrar para o grupo de municípios Laço Amarelo, do Observatório Nacional de Segurança Viária. A iniciativa junta-se a tantas outras que o setor de Educação para o Trânsito vem trabalhando em busca de levar para adultos e crianças conscientização para um trânsito mais seguro. A meta é a redução de acidentes de vítimas de trânsito.
Dados do hospital referência em trauma do município, o Santa Teresa, apontam que 546 vítimas de acidentes de trânsito deram entrada na unidade de saúde no primeiro semestre deste ano. O número é alto e a conscientização continua sendo a principal arma contra as imprudências que resultam nesses números. Segundo o Observatório, a maioria dos acidentes são causados por desatenção, excesso de velocidade, ingestão de álcool e desobediência à sinalização.
“A equipe de Educação para o Trânsito tem buscado levar conscientização desde a infância, com palestras nas escolas, ações educativas segmentadas como para os motociclistas, enfim, são atividades que foram intensificadas durante o Maio Amarelo, mas que permanecem continuamente durante o ano”, explica o diretor-presidente da CPTrans, Jairo Cunha, lembrando que as mortes no trânsito já são consideradas uma epidemia no Brasil.
Com a inclusão de Petrópolis nos municípios Laço Amarelo, a cidade ganha vantagens com a inclusão e disponibilização de material de educação para o trânsito, além de direito de utilização da marca, acesso às pesquisas e estudos do Observatório e a oportunidade de participar de ações voltadas para capacitação, entre outras iniciativas.
A chefe do setor de Educação para o Trânsito da CPTrans, Márcia Pereira, destaca que vem intensificando a agenda de iniciativas em prol da prevenção e que já planeja ações voltadas à Semana Nacional de Trânsito, que acontece em setembro. “A ideia é tornar as crianças multiplicadoras. Que elas levem para suas casas que o respeito no trânsito é fundamental para salvar vidas. Mas o trabalho não é exclusivo com as crianças, atuamos com adultos numa agenda de ações cada vez mais intensa”, destaca.




