Nesta última sexta-feira (5), fiscais das Secretarias de Segurança, Serviços e ordem Pública – SSOP, Procon Petrópolis e Vigilância Sanitária (com apoio da Guarda Civil) percorreram o Centro Histórico para averiguar o cumprimento dos protocolos de segurança em saúde pública, no retorno flexibilizado das atividades comerciais. A aglomeração foi o principal alvo da ação, que contou com ponto de apoio ao consumidor.
A ação teve o objetivo de identificar os estabelecimentos comerciais que não estão cumprindo as medidas de segurança no controle do contágio da Covid-19, no que diz respeito a evitar aglomeração dentro e fora das lojas. “Estabelecimentos que não cumprirem os protocolos serão fechados por tempo indeterminado, além de sofrerem a sanção administrativa, através da multa”, esclarece o chefe da Divisão de Fiscalização de Posturas, Hailton Lima.
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A ação de fiscalização tem a meta de garantir que o retorno das atividades comerciais não provoque aumento no número de contágios pelo novo coronavírus. “Cada um precisa fazer sua parte. Desde o comerciante, seguindo os protocolos estabelecidos pela Vigilância Sanitária, pela Secretária de Saúde, até o consumidor. É importante que as pessoas só saiam de casa se necessário e passem o mínimo de tempo possível na rua e nesse tempo, que estejam com a máscara e mantendo uma distância segura de outras pessoas”, destaca o prefeito Bernardo Rossi.
Segundo a coordenadora do Procon municipal, ainda é necessário que haja conscientização de empresários, comerciantes e consumidores. “É importante nesse retorno. Que os estabelecimentos controlem a aglomeração dentro e fora. Como as calçadas viraram, nesse contexto da pandemia, extensão dos estabelecimentos, é preciso que se faça as marcações, com uma previsão do número de clientes. Se essa previsão for extrapolada, é preciso se adaptar. É fundamental que se leia os protocolos estabelecidos. O fato dos consumidores se aglomerarem coloca consumidores em risco, dificulta o controle do número de contágios e dificulta também o retorno das atividades comerciais”, destaca Raquel Motta.
Salão de cabeleireiro e bar são multados por descumprir plano de flexibilização gradual de comércio e serviços
A fiscalização do cumprimento dos decretos municipais continua em toda cidade. Nesta última quinta-feira (4), dois estabelecimentos que não estão autorizados a funcionar foram multados em R$ 800 por manter as portas abertas: um salão de cabeleireiro no Bingen e um bar na comunidade Pedras Brancas, na Mosela.
O plano de flexibilização prevê que salões de cabeleireiro é uma das atividades que integram a “linha amarela”, com previsão de serem autorizados a funcionar apenas a partir do dia 15 de junho. Já a retomada do atendimento de bares ainda está em análise pela prefeitura. Ou seja, nenhum deles pode receber clientes até o momento.
A fiscalização quanto ao cumprimento dos decretos municipais acontece desde meados de março, tanto sobre o funcionamento das atividades não autorizadas quanto sobre aqueles que são considerados essenciais, mas que deveriam impedir aglomerações. Agora, as equipes de Posturas, Vigilância Sanitária, Meio Ambiente e Procon – com apoio de Guarda Civil e Polícia Militar – também acompanham o uso obrigatório de máscaras por quem está nas ruas.



