O presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Igor, esteve no Centro de Operações da prefeitura do Rio para conhecer o modelo de monitoramento integrado da capital, que vem sendo um importante instrumento para nortear a solução de problemas de trânsito, transportes, segurança pública e desastres naturais. A intenção é que um projeto semelhante seja adotado me Petrópolis.
“Em Petrópolis, os problemas de mobilidade urbana são latentes. Hoje não temos, por exemplo, controle sobre o sistema de transporte coletivo. Usuários de ônibus reclamam muito sobre atrasos nos horários das viagens e as empresas alegam problemas no trânsito. Com o funcionamento deste sistema integrado as viagens serão monitoradas e o transporte público terá melhorias. Percebemos que muito pouco foi feito até hoje para melhorar as condições do trânsito. A cidade tem câmeras de monitoramento, mas ainda não existe aqui a integração necessária para que a tecnologia seja uma aliada dos cidadãos. É preciso que medidas concretas sejam adotadas”, afirma Paulo Igor, lembrando que hoje a cidade conta com 28 câmeras de monitoramento.
Em funcionamento há quatro anos, o Centro de Operações da Prefeitura do Rio integra 30 órgãos públicos e concessionárias. Ali estão todas as etapas de um gerenciamento de crise, desde a antecipação, redução e preparação, até a resposta imediata às ocorrências como chuvas fortes, deslizamentos, segurança, e acidentes de trânsito.
Radares meteorológicos e monitoramento pluviométrico (volume de chuvas) e fluviométrico (volume dos rios), com o auxilio de câmeras que captam imagens em tempo real de rios também são importantes instrumentos para a prevenção aos desastres naturais.
Paulo Igor e Bernardo Rossi estiveram ainda no Centro Integrado de Comando e Controle, órgão do estado onde é feito o monitoramento das demandas cotidianas, bem como dos grandes eventos e de eventos excepcionais. O prédio de quatro pavimentos abriga diferentes órgãos do Estado, município e governo federal como Polícia Militar, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal. “Em caso de eventos excepcionais, o gabinete de crise é montado aqui e temos todos os envolvidos analisando as informações em conjunto. Com isso, ganhamos agilidade e conseguimos responder de forma mais rápida a todas as demandas”, concluiu o assessor da superintendência de comando e controle do CICC, coronel Márcio Magalhães.



